O valor do tempo...

"... O tempo escapa da gente tal a água escorrendo por entre os dedos das nossas mãos em concha."

A Perda... 


A perda do pai começa a nos ensinar o valor do tempo. O que não fizemos, a visita e o gesto adiados, a palavra não dita, a compreensão não exercida, o papo azedado, a advertência desdenhada, o convite abandonando sem resposta, o interesse desinteressado, tudo isso volta, massacrante, cobrando-nos o egoísmo. O tempo deixa de ser exercício de desperdício gratuitos e começa a se transformar num bem maior: o que ensina a arte de uma convivência que com ele nunca se soube exercer e, já, tempo não há de recuperar.


Fonte: imagem  www.criacria.com.

Comentários

MARILENE disse…
Não se recupera o tempo perdido, mas não podemos ser muito exigentes conosco. Falhamos, porque somos humanos. As perdas nos fazem refletir sobre o que deixamos de fazer, mas, certamente, há outros atos, dignos de elogio, também praticados.

Grande beijo e muita luz!
ValCruz disse…
Ai Soninha! Quem de nós já não cometeu esse erro?

Um forte abraço.

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